Convocamos nossos amigos para inaugurar hoje essa beleza aí da foto!
Dessas torneiras sairão BARLEY CRISTAL, BAITA BIER AMERICAN PALE ALE E
IRMÃOS FERRARO RED ALE. E a BABILÔNIA fez uma "CERVEJA SECRETA", e o
desafio para os apreciadores é dizer qual é o estilo... QUANTO? 4 PILAS
POR 350ML DE QUALQUER UMA! BARBADAÇA! E ainda rola um som com o DJ
Leandro Machado. Esperamos vocês!
sexta-feira, 7 de março de 2014
quarta-feira, 5 de março de 2014
Schatz Blond
A Schatz Blond é o primeiro lançamento da gaúcha Petronius Cervejaria & Destilaria. Essa cerveja foi idealizada por Emílio Kunz Neto junto a seus dois filhos, Augusto e Júlio Cesar, resgatando assim a história de seis gerações de produtores de bebidas.
Para elaborar "Das authentische Bier" (a cerveja
autêntica), a família contou ainda com a consultoria de José Gonçalves
Antunes, coordenador do curso de mestre cervejeiro do SENAI, em
Vassouras (RJ), que acompanhou o desenvolvimento da receita e do processo de elaboração.
Antes de falar sobre a cerveja em si, impossível não reparar na impecável apresentação.
Da garrafa, com seu rótulo simples mas bastante bonito e seu formato,
que remete ao formato da garrafa o pai de Emílio utilizava para
engarrafar seus vinho. Mas o grande destaque é a taça de
A Schatz Blond é uma Blond Ale da escola belga. É uma cerveja puro malte (extra) feita a partir de um blend com três maltes belgas e um brasileiro, além de dois tipos de lúpulo.
fonte: http://hummcerveja.blogspot.com.br/
Você já imaginou tomar cerveja que não vem de lata nem de garrafa? A Pat's Backcountry Beverages inovou com a criação da cerveja concentrada; eles criaram um gel concentrado hiper-potente que vem em seu próprio pacote; para beber basta adicionar água com gás.
Com certeza essa não é a primeira versão de cerveja concentrada mas é a
primeira que deu certo.Até hoje todas as versões eram feitas a partir do
produto final evaporando a água no entanto esse método não retira só o H2O mas
também todo o sabor.
Para resolver
esse problema , Pat Tatera da Backcountry Beverages decidiu reiventar o
processo do início, criando o que ele chama de processo tecnológico híbrido de
homebrew .O processo começa como qualquer outro processo de uma pequena
cervejaria artesanal e aí que as similaridades acabam.De acordo com o site PopSci (em inglês) a técnica de Tatera é a
seguinte:
"Ele ferve a água e o malte para criar a cerveja fermentada, esfria a mistura e adiciona
levedura para fermentar. Em vez de terminar a bebida nesse momento, fabrica um
concentrado. Ele aspira o destilado da mistura e reserva o etanol, deixando
para trás um xarope. Em seguida, ele inicia o processo de novo, adicionando o
xarope em vez de água. Então ele fermenta novamente e remove o etanol. No
total, ele mistura o lote quatro vezes. Para finalizar,ele embebe o lúpulo no
álcool reservado e adiciona o xarope. "
Ainda não sabemos se esse produto esta disponível no Brasil (se você
já provou conta pra gente : ligia@artebrew.com.br ) no entanto o site
Gizmodo fez experimentos com o produto testando-o puro e com água.
No link a
seguir temos uma breve descrição de sabores da “cerveja de pacotinho”, o vídeo
está em inglês mas as caretas são universais Para
quem está com pressa eu resumo aqui o que aconteceu: o vídeo recomenda não
beber a bebida diretamente do pacote.
O concentrado é ligeiramente
menos viscoso do que o previsto e deixa um gosto desagradável na sua garganta
por volta de 8 minutos e o gel também bombardeia o seu paladar com uma sinfonia
de sabores ruins e impróprios para o consumo.Por outro lado provando o produto
na sua forma concentrada nos fez desconfiar, para dizer o mínimo, do que iria
acontecer, uma vez que, na verdade, é misturado com água, mas tivemos o prazer
de descobrir que diluição muda o paladar quase inteiramente. O site Backcountry
Beverages promete que o produto acabado "contém todo sabor,
álcool e aroma de uma fermentação de primeira qualidade", e embora
certamente melhor do que nenhuma cerveja, ele não chega a cumprir sua promessa.
fonte: http://gizmodo.com/we-drank-beer-concentrate-so-you-dont-have-to-1523144310?
La Trappe: um piquenique no monastério
Fundado em 1884 em Tilburg, Holanda, o mosteiro Onze Lieve
Vrouw van Koningshoeven fabrica a deliciosa La Trappe. Certificada com o
selo trapista, a La Trappe é bastante acessível para quem quer provar
na bica as receitas dos monges locais. Eles ressuscitaram a terra
exausta de uma quinta do rei, que não proporcionava mais os bons frutos
de outrora, e tornaram o local uma fonte de boas cervejas. Desde então a
deliciosa La Trappe é servida ali e vendida ao mundo em garrafas com
ingredientes puros e naturais: lúpulo, cevada, fermento e água da fonte
de Koningshoeven (em holandês, “fazenda do rei”).
Por coincidência, visitamos a La Trappe num feriado – Dia
da Rainha – e a cidade toda estava em festa. O sol deu as caras e a
galera decidiu ir pra rua. Numa parte da cidade a rave comia solta, mas
no biergarten da La Trappe a vida parecia um piquenique. Logo no
estacionamento (não asfaltado) enxergamos quintilhões de bicicletas
estacionadas, não apenas porque a cidade é plana e, como todas da
Holanda, bicicleteira, mas porque ao lado do mosteiro há vastas áreas
verdes de parques e trilhas para ciclistas. Deu até vergonha estacionar
nosso automóvel alugado ali, mas enfim, estávamos numa longa viagem
pelos monastérios que produzem cerveja trapista.
No jardim e na brasserie, que ficam ao lado do mosteiro, várias mesas coletivas recebem famílias, grupos de amigos, casais, ciclistas, gente comum e incomum, convivendo de boa. Um enorme gramado serve para estender toalhas ao estilo piquenique e as crianças brincam enquanto os adultos bebem. O clima geral é de risos, conversas animadas e confraternização. Não há garçons coletando pedidos. Quer beber? Adentre o salão das bicas, peça seus chopes e leve-os para mesa. Se quiser comer algo, peça ali mesmo no balcão e você receberá uma senha (na verdade um número estampado numa garrafa de madeira) e o prato chegará a você – para isso servem os garçons ali (e para recolher os copos e mais copos).
Mas vamos falar do que importa: as cervejas!
PUUR – refrescante e orgânica, ligeiramente frutada
sem ser doce, perfumada, não filtrada, ótima espuma que se agarra ao
copo, levíssima e lupulada. Limpa a boca. Teor alcoólico de 4,7%.
TRIPPEL – com aroma de amêndoas e caramelo, parece ser mais leve que qualquer outra trippel trapista porque em sua receita são usados coentro e outras ervas. Seca com teor alcoólico de 8% é dourada e com grande permanência na boca.
TRIPPEL – com aroma de amêndoas e caramelo, parece ser mais leve que qualquer outra trippel trapista porque em sua receita são usados coentro e outras ervas. Seca com teor alcoólico de 8% é dourada e com grande permanência na boca.
ISIDOR – assim chamada em homenagem ao monge Isidorus,
primeiro fabricante de cerveja da abadia, marcou os 125 anos da
cervejaria em 2009. Agradou tanto que passou para a lista de tipos
sempre oferecidos. Com 7,5% de teor alcoólico é uma ale âmbar, levemente
adocicada com um toque de caramelo, que continua a fermentar após o
engarrafamento e tem um sabor rico, ligeiramente amargo, embora frutado.
BOCK – ficou perfeita com o frango em molho de amendoim que a Vange pediu. É sazonal e única bock trapista feita no mundo. Tem uma cor vermelho escuro, um sabor intensamente rico e um aroma maltado. Variedades de lúpulo aromáticas e tipos de malte queimado tornam sua amargura delicada que combina surpreendentemente bem com o seu tom ligeiramente doce. Tem 7% de teor alcoólico.
DUBBEL – ficou maravilhosa com o burger da Cilmara. É marrom escura e com espuma bege. O uso de malte caramelo proporciona um toque aromático suave. É suave sem perder o corpo e intenso sabor. Tem 7% de teor alcoólico.
BLOND – Dourada cintilante, nem parece estar ainda fermentando na garrafa como todas La Trappe. Uma cerveja quase perfeita ao unir a complexidade de seu aroma e gosto à simplicidade de sua receita. Bons ingredientes e pronto. Amargor suave e 6,5% de teor alcoólico.
BOCK – ficou perfeita com o frango em molho de amendoim que a Vange pediu. É sazonal e única bock trapista feita no mundo. Tem uma cor vermelho escuro, um sabor intensamente rico e um aroma maltado. Variedades de lúpulo aromáticas e tipos de malte queimado tornam sua amargura delicada que combina surpreendentemente bem com o seu tom ligeiramente doce. Tem 7% de teor alcoólico.
DUBBEL – ficou maravilhosa com o burger da Cilmara. É marrom escura e com espuma bege. O uso de malte caramelo proporciona um toque aromático suave. É suave sem perder o corpo e intenso sabor. Tem 7% de teor alcoólico.
BLOND – Dourada cintilante, nem parece estar ainda fermentando na garrafa como todas La Trappe. Uma cerveja quase perfeita ao unir a complexidade de seu aroma e gosto à simplicidade de sua receita. Bons ingredientes e pronto. Amargor suave e 6,5% de teor alcoólico.
Infelizmente não bebemos lá a Witte de trigo e nem a
envelhecida em barril de carvalho. O monastério também oferece tours
para quem estiver interessado no processo de feitura da cerveja. Tem
duração de 45 minutos, com degustação de algumas destas maravilhas ao
final.
Turismo
Como estávamos circulando os países baixos de automóvel,
nos hospedamos em Tilburg mesmo, num motel perto do mosteiro. Mas se
você quiser estabelecer base numa cidade um pouco maior e com atrações
turísticas escolha Rotterdam. De lá a Tilburg, onde fica a La Trappe,
são apenas 50 minutos de trem – praticamente um pulo para quem freqüenta
o trânsito brasileiro.
Rotterdam é bruta e linda. Uma das maiores cidades
portuárias da Europa, ela foi massivamente bombardeada durante a Segunda
Guerra. O esforço de reconstrução envolveu experimentos arquitetônicos e
muitos prédios ali são bem malucos. A visita ao Kinderdijk, um canal
com antigos moinhos, é obrigatória. A vista panorâmica da cidade e do
porto, do alto da torre Euromaster, dentro de uma cabine que nos virava
para todos os lados da cidade é incrível. Depois beber uma cervejinha,
enquanto o sol se põe, completa o programa.
http://lupulinas.cartacapital.com.br/
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